27 dez
Postado por Wallace Gonçalves
Aos meus colegas DBA’s, Analistas e Desenvolvedores em geral. Digam-me, já ouviram falar em DB4O?
Àqueles que não, lhes pergunto: Quantas vezes já desenvolveram camadas e mais camadas para tentar organizar e “facilitar” o uso da comunicação entre a aplicação, o negócio do sistema e o SGBD?
Já vi muitos modelos e frameworks que tratavam de suprir exatamente esta necessidade que se resume em um único termo: Tratamento de Objetos. O que seria isto? Persistência de todos os dados mantidos por uma camada mais inferior, a camada de dados que se comunica com um SGBD qualquer. Então, gera-se uma separação inteligente e organizada de forma amigável aos desenvolvedores.
Modelo MVC Padrão:
Basicamente isto. Lindo! Usando-se um Hibernate da vida então, melhor ainda, persistência maravilhosa.
Foi-se baseando neste fatos que a comunidade DB4O desenvolveu um Banco de Dados Orientado a Objetos, isto mesmo, 100% orientado a objetos, livre de qualquer política ou sentenças SQL que alguma vez envolveria a administração e o uso de um SGBD.
Percebo que na maioria das vezes, o interesse inicial das pessoas é praticamente ZERO.
Isso se dá simplesmente por que os conceitos implementados pelo DB4O (pode conter outros neste contexto também), são completamente diferentes dos conceitos utilizados pela maioria das empresas hoje.
Antigamente, quem já programou por exemplo em PHP, se notava que o código ficava misturado com as querys sql de consulta, inclusão, alteração e exclusão. O fato é que isso evoluiu a um padrão razoavelmente bom (isto mesmo). Persistência de dados em N camadas “facilitou” para o programador no quesito organizacional e produtividade.
Lembrando que nem tudo vem de organização, é necessário performance, de contenção de custos (isto é impressindível), organização, produtividade e segurança (não que os SGBDs atuais não possuam isto). Jogando na mesa o DB4O por exemplo, que ganhou em performance com o padrão [Aplicação X Banco de Dados] 40x mais rápido que qualquer SGBD Mor que conhecemos, além de ter um custo baixíssimo, pois elimina a necessidade de DBA’s e o consumo de memória em uma máquina é praticamente irrelevante (600KB no chute), podemos dizer que é um forte candidato para causar no mínimo uma reflexão.
Estou organizando um tutorial simples para inicar o uso de DB4O com C# para a .NET Framework 2.0 em diante. Tentarei postar o conteúdo em breve.
4 Comentários
Guilherme CARAM
27/dez/2007 1mto bom.. eu mesmo vivo tentando dar uma olhada, mas deixo de lado.. =/ arruma um tuto ai..
e o google disse: Você quis dizer: imprescindível
Schneider
27/dez/2007 2Sim….mto bom…. eu sempre tive preguiça d tentar aprender a usar uahauhauauahuah
aguardando o tutorial tbm… /o/
paulo
28/dez/2007 3Quem, hoje em 2007 não usa isso ta fadado ao esquecimento.. demorei a começar a usar, eu usava ZODB. Agora não dispenso um ORM.. abraços
German Viscuso
08/fev/2008 4We’re looking forward to your tutorial =)
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